Conversando sobre a Estratégia de Saúde da Família, a importância da intersetorialidade das ações.

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No segundo dia (7/5) do VIII Ciclo de Debates – Conversando sobre a Estratégia de Saúde da Família, o tema central das discussões abordou a importância da intersetorialidade das ações. Durante o encontro, o subsecretário de Atenção Primária (AP) de Vigilância e Promoção da Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde, Daniel Soranz, argumentou que, se não tivermos políticas articuladas dos diversos setores da sociedade, pouco o município evoluirá. Ele comentou ainda que a cobertura de saúde da família (ESF) saltou de 3% em 2008, para 40% em 2013. Segundo Daniel, após a reforma do modelo de atenção à saúde do Rio de Janeiro, focada na atenção primária como ordenadora das redes, a cidade foi responsável por quase 60% de todo o crescimento das Equipes de Saúde da Família do país. “Apesar de ser uma ótima notícia, não pode ser considerada um grande mérito, pois tínhamos um déficit histórico a compensar”, confessou ele.


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