Residentes participam da Aula Magna

07:15:00





Os residentes de Medicina de Família da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) participaram, na última terça-feira, dia 19, da aula magna do Programa de Residência no Museu de Arte do Rio.  A aula foi ministrada pela doutora Katherine Rouleau, que atua como diretora Global de Saúde da Universidade de Toronto, no Canadá. O evento, que teve cerca de 150 participantes, contou com a abertura do Subsecretário Geral da SMS, José Carlos Prado, que falou sobre a importância e o crescimento do programa. 

"O sistema de atenção primária atualmente cobre 50% do município do Rio de Janeiro e será ampliado em 70% até o final do ano de 2016. O curso de residência preencheu 90% das vagas, com 133 novos residentes, e tem como objetivo formar profissionais qualificados que possam atuar na estratégia", explicou José Carlos. "Esse é o maior programa de residência desta especialidade do Brasil", completou.

A canadense Katherine Rouleau apontou as diferenças e semelhanças dos modelos de saúde do Brasil e do Canadá, elogiou o programa de residência da SMS, a excelência das equipes de médicos e a estrutura do Sistema Único de Saúde. "Nós precisamos da imaginação dos brasileiros, existem muitas coisas que vocês fazem melhor do que nós. É incrível conhecer outras pessoas que trabalham com Medicina da Família e se dedicam a este programa", disse.

A haitiana Nahomie Vertus, de 30 anos, veio para o Brasil no ano de 2007 fazer faculdade de medicina em Florianópolis. Foi lá que ela conheceu o programa da SMS. "Minha amiga me falou do programa e me disse que era muito bom. Eu sempre quis ser médica de família", contou Nahomi, que trabalha na Clínica da Família (CF) Rinaldo de Lamare, em São Conrado. "Acredito que o médico consegue criar um vinculo com a família, pois ele conhece a realidade do paciente, o que possibilita auxiliar cada caso em especial. Vai além do tratamento.", disse Nahomie.

O cuiabano Bruno Cesar Elói de Freitas, de 25 anos, concorda. Residente da CF Zilda Arns, o jovem acredita que a formação em medicina de família permite que o profissional seja completo. "Eu conheci o programa por meio de uma amiga e logo me interessei. As clínicas possuem uma boa estrutura. Os médicos de família pensam como um todo, podem ir além da doença. São os melhores médicos", explicou Bruno.








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