PRMFC celebra o encerramento da 4ª turma do programa

07:26:00


No sábado, 17 de dezembro, no Centro de Convenções SulAmérica o Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade comemorou o encerramento da 4ª turma. A mesa de abertura contou com a presença do subsecretário geral José Carlos Prado Jr, da presidente da Confederação Iberoamericana de Medicina Familiar Maria Inês Padula Anderson, do presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade e também padrinho da turma, Thiago Trindade, do atual coordenador técnico do programa Armando Norman e do antigo coordenador André Justino.
Emocionados, destacaram o crescimento da residência  e a sua importância na formação de profissionais qualificados e comprometidos para a expansão da atenção primária no município. 
Representando os preceptores e nesta função desde a primeira turma, Marcos Adams, salientou os avanços alcançados que tornaram o PRMFC uma referência nacional em residência.
Em nome dos residentes Caio de Faria Maia e Luiz Sérgio Zanini fizeram uma apresentação que levou a lágrimas todos os presentes. Caio iniciou com uma chamada de jornal que destacava como era ruim a saúde do Rio de Janeiro. Zanini, formado há 30 anos e na  terceira residência "entendeu" que, com a medicina de família, poderia tirar o SUS do papel. Aos poucos iam contemporizando o crescimento pessoal e profissional e finalizaram com a chamada na qual a saúde do Rio recebeu o maior prêmio de Medicina de Família e Comunidade do mundo. Prêmio este concedido durante o Wonca 2016 ao país mais bem sucedido ao oferecer e expandir a medicina de família.
Durante a cerimônia a coordenação do programa fez uma justa homenagem a Michele Azevedo, secretária e principal assessora nos processos de trabalho da coordenação. 
Ao final  cada residente recebeu uma lembrança dos componentes da mesa e foi apresentado um vídeo com fotos enviadas pelos residentes.Encerrado o evento foi oferecido um coquetel aos presentes.
O Rio de Janeiro foi a cidade que mais avançou, nos últimos anos, na atenção primária, saindo de uma cobertura de 3,5% em 2008 para 70%, o que significa que mais de 4,3 milhões de cariocas tem  acesso à estratégia saúde da família.Há muito a ser feito ainda mas nunca, em tão pouco tempo, se avançou tanto para a melhoria da saúde da população carioca.












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