Em ginecologia foi o estágio da residente Aline Gerpe

07:24:00



A residente Aline Gerpe, da Clínica da Família Estácio de Sá, realizou seu estágio no instituto de ginecologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Abaixo um breve relato do seu estágio.

Residente: Aline Felizardo Magre Gerpe
Período: abril 2017 
Clínica: Estácio de Sá 
Local de estágio: Instituto de Ginecologia -UFRJ

Demandas ginecológicas fazem parte da rotina do médico de família nas Unidades Básicas de Saúde. As queixas mais comuns envolvem sangramento, corrimentos e pruridos que, muitas vezes, são decorrentes de processos patológicos de maior gravidade, os quais demandam atenção em nível secundário ou terciário como neoplasias malignas do aparelho reprodutor feminino e doenças autoimunes que podem evoluir com desfecho desfavorável.
            
O estágio eletivo realizado teve como objetivo obter melhor capacitação clínica na suspeição diagnóstica de patologias cervicais e vulvares (principalmente Líquen plano e escleroso) que fazem parte de diagnósticos diferenciais comuns na APS, mas que muitas vezes acabam negligenciados pelo médico coordenador do cuidado, retardando o encaminhamento adequado das pacientes ao longo do tempo, o que diminui a chance de diagnóstico e tratamento precoce.

Atividades desenvolvidas

            Durante o estágio foram realizadas atividades práticas de aprimoramento do exame físico ginecológico incluindo avaliação clínica da vulva, toque vaginal e sua correta descrição, coleta de citopatológico e colposcopia, além de procedimentos de biópsias (colo uterino e vulva), nos ambulatórios de patologia cervical e vulvar, sempre sob supervisão.

Conclusão
           O MFC deve estar capacitado para coordenar o cuidado integral de suas pacientes na APS. Práticas de rastreio do câncer de colo de útero, conforme diretrizes, e exame minucioso da região vulvar devem ser realizados na Atenção Primária, de forma adequada, com objetivo de detecção precoce, tratamento e seguimento dessas pacientes resultado em diminuição da mortalidade e melhor utilização dos recursos do Sistema Único de Saúde.



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